segunda-feira, 28 de julho de 2014

POEMA A LOUCURA DA FELIDADE


 
A LOUCURA DA FELICIDADE

Ao longo, da vida, da idade
Algo realizar, dizem ser loucura  
Julgo não ser total verdade      
Direi antes, salutar procura,    
Desejo de elevar a capacidade
Desejo de nos elevar sem impostura
Com a mente sempre em permanente atividade
Ter permanente visão de arquitetura,
Nunca perder a razão da felicidade
Encontrar no carisma armadura
Lutar contra a preguiça mental, essa infertilidade,
Que o mundo abjura e atura
Exemplifiquemos nós, com a nossa capacidade
 Pugnemos por um mundo de brancura,
Mostremos os nossos feitos com amabilidade,
Ainda que imaginem; realizar seja loucura!
Estejamos virados para a posteridade!
Num hoje de laboriosa candura,
Encarando dificuldades com tenacidade,
A inevitável e mordaz censura!
A loucura da felicidade!

Daniel Costa

sábado, 26 de julho de 2014

POEMA A ESCRITORA

 
A ESCRITORA   

 
 
Poderá ser encantadora
Escrever sobre a Lusofonia
Desse movimento ser portadora
Da literatura; a maior valia,
A de expressão Lusa! Lutadora,
Me junto a ela sem fobia,
Fazer como Camões outrora!
Cuidemos de no mundo ter autonomia
Ano da Copa no Brasil; reivindiquemos a hora
Em dois mil e catorze, livros, cultura, senhoria,
Em Estados do Nordeste, três meses foi a demora
Foi paga via aérea, que vergonha, que ironia!
Livros a demorem a chegar, como a construir estádios agora!
Poetas, escritores; gritemos à porfia
Para que se entre numa Primavera voadora
A lembrar este mundo da Lusofonia
Que deve voar rápido a mostrar a sua ponte criadora
Pensemos no nosso mundo em sintonia,
Em sintonia com o agora!
De agora, outra via!
Em mil e quinhentos se criou um espaço linguístico que vigora,
Senhores governantes; acabemos com a mediania!
Para tornarmos, a cultura aglutinadora,
Sem essa seremos sempre a disfonia
A literatura; será do nosso mundo - Redentora!
Nunca mais se faça esperar a soberania,
De leitores, duma escritora! 

Daniel Costa


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MUNDO DA LUSOFONIA POÉTICA
 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

PREFÁCIO

 
PREFÁCIO

      O livro SONHO,EMOÇÃO E POESIA do poeta e escritor Daniel Costa que me foi entregue a fim de fazer o prefácio é,na certa verdade uma valiosa contribuição do BRASIL,um país  dos mais caros  de coração que muito  agradece a PORTUGAL.As ligações que une esses dois paises são tão expressivos que até os escritores se atraem pela forma do progresso nas escritas.
       Falar do escritor e poeta Daniel,esse autor que tenho a honra de prefaciar,é,indiscutível ,pelo valor e dedicação que ele tem,onde transcende de aspecto poético o tudo que narra uma riqueza de detalhes que nós leitores,nos sentimos dentro das suas narrativas;através de um estilo leve e agradável ,de uma beleza literária,que liberta  e se moderniza em cada livro que escreve,sempre se atualizando nas escritas.
           Brinda-nos Daniel com SONHO,EMOÇÃO E POESIA.Eis um livro poético de um trabalho paciente e meticuloso,que serve de fonte para os que desejam se aprofundar no amor.Utilizando os processos da transfiguração poética,descrevendo através dos seus poemas numa atmosfera,que faz corpo em cada poema.O autor possue faculdades de observador em contornos a tipos humanos.E num conjunto de poemas que forma esse livro,estão em ponto concentrado fatos pitorescos dos personagens nominais do qual descreve com maestria .
          Trata-se na verdade,de uma obra escrita em boa linguagem e dentro dos moldes dos poemas,com gestos de amor e de convivência respeitosa e ajustosa dos amigos.O livro é de mestre e não de aprendiz.Daniel Costa é um escritor versado,inspirado e apaixonado pelos temas e valores descrito ,onde procura transportar para os poemas o seu sentimento sobre as obras imaginárias,vividas ou  contadas,expressando-se numa linguagem própria,óbvia e objetiva evidenciada no poetar,retratando de forma brilhante ,agradável que encanta e prende a atenção de todo leitor.O autor conclui a sua esmerada poesia,realizando mais uma obra de sua missão ,que é reconhecer a si mesmo.Parabéns Daniel Costa que revela -se em amor com tranquilidade e paz.
                                                             Severa Cabral 
                                                                  escritora 

domingo, 12 de agosto de 2012

POEMA A VIAGEM




A VIAGEM
Sempre precisamos ter coragem
Para enfrentar a vida
Para senti-la como uma viagem
Mais ou menos em tela sofrida
Esta é uma ténue imagem
Do que Evanir Garcia, um dia
Escreveu com elevada vantagem
Sem laivos de fantasia
Num acto misto de amor e coragem
Ao ler, a lágrima do canto dum olho me corria
A VIAGEM
A marcar uma vida, um sonho que o tempo esvaia
Dos tempos, uma voragem
Sofrimento intenso de bastante tempo, não de um dia
A viagem, saiu mensagem
O tempo corria, um novo Judas, tudo vendia
A VIAGEM
Essa panaceia, esse polvo que a envolvia
Sem fazer rodagem
Se pode deduzir do que escreveu Evanir Garcia
Ao sitio se atreveu a também levar ventos de derrapagem
Meu Deus!... E o pobre Alceu, onde estaria?
A aurora libertária, chegou em boa hora a trazer vantagem
Sob o nome de Diego, notar se faria
Estava a acontecer uma estimulante viragem
Uma beleza de estação atingiria
A VIAGEM
A Vantagem da capacidade se sofrimento seguiria
A VIAGEM
Lição de querer de Evanir Garcia
A VIAGEM!....
Daniel Costa

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

POEMA SONHO AMOR PAIXÃO


SONHO AMOR PAIXÃO

A vida é comandada pela ilusão
Deve ser simples para ser sentida
Com o fogo da emocional paixão
Jamais o amor pode deixar de estar presente
Sem se dar ares de sofreguidão
Antes, imperar no sentir
Nada sairá certo sem esse elo de união
Como é bela a trilogia
Sonho, amor e paixão
Paixão em tudo o que projectamos
O sonho na rectidão
Sempre o amor a mente sente
Ele é a mola real que motiva a exactidão
Mostrar obra digna com esmero
Sonho, amor e paixão
Que estejam presentes, façam sobressair
Que mostremos ardor ao amor de então
Lutemos por um mundo melhor
Nem sempre seremos compreendidos
Porém seremos observados em redor
A paixão nos trará amores enternecidos
O sonho conduzirá
A que sejam definidos e sentidos
Nunca será pura ilusão
Lutar dando o melhor, mentalmente, guiados
Por sonho, amor e paixão

Daniel  Costa

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

POEMA ANÁTEMA


POEMA ANÁTEMA

Parto a escrever um poema
Bastantes ideias me passam pela mente
Seleccionei anátema como tema
Nunca imagino facilidades, nada me desmente
Anátema, pois, não tem olor de alfazema
Porém a vida ainda que de luta insana
Será metafísica ou física?
O anátema será de ordem desumana
Quando apenas se procura dar asas à mente
Se é perspicaz, realiza e faz
De imediato o anátema se sente
A explicação pode ser esta
O mundo apenas deseja baixos alinhamentos
Não deseja sonhos
De quem possa imaginar um mundo de inventos
Deita mão do anátema, convenção
Para amesquinhar a humanidade com tormentos
O anátema será para quem tiver forte coração
Tonificante e estimulante em todos os momentos
Podendo ser sentido como um estímulo
Para realizar e amar, dar asas a talentos
O mundo, como devia ser o de todas as religiões
Seria o de estimular
Humanos talentos e vocações
Para que nunca se viva de anátemas
Jamais se vivam amargas ilusões
O mundo clama, medita e necessita
Do progresso de humana bondade
Que acabe a cobardia!... É nisso que medita e acredita
Com perseverança lutemos
Para que acabem anátemas um dia

Daniel Costa